Lacunas: Considerações sobre “A Música Nunca Parou” de Jim Kohlberg

Tenho a oportunidade de escrever estas ideias ao som de Mr. Tambourine Man, de Dylan. A escolha não foi ocasional. Há uma chuva intermitente lá fora, e, por conseguinte, aqui dentro também. Essa brincadeira poética de chuvas fora e dentro nos … Continuar lendo Lacunas: Considerações sobre “A Música Nunca Parou” de Jim Kohlberg

Por que artistas são demônios? Sobre a demonização da arte e da cultura

Uma onda de conservadorismo hipócrita e irritante atingiu a arte e a cultura. Desde os protestos pelo término da exposição Queermuseu, no Santander Cultural, criticar artistas, obras de arte e exposições se tornou prática recorrente para políticos e influencers conseguirem … Continuar lendo Por que artistas são demônios? Sobre a demonização da arte e da cultura

OBRA DE ARTE DA SEMANA: Símbolos e política em ‘As idades do homem’ de Caspar David Friedrich

Caspar David Friedrich, As idades do homem ou As etapas da vida, óleo sobre tela, 73×94 cm, 1834. Conservada no Museum der bildenden Künster, Leipzig, Alemanha. A alegoria das idades do homem ou etapas da vida é um tema frequente … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: Símbolos e política em ‘As idades do homem’ de Caspar David Friedrich

Os espaços de Abraxas: Um toque de arte em meio a habitações tradicionais

O que é? Os espaços de Abraxas são interessantes objetos de estudo porque se trata de um grande complexo imobiliário que chama instantaneamente a atenção dos olhos do visitante atento, assim como do simples visitante curioso. Esse projeto arquitetural foi … Continuar lendo Os espaços de Abraxas: Um toque de arte em meio a habitações tradicionais

“talvez um instrumento o que se houve ao fundo”: poesia e mercadoria

Capitalismo em crise, recrudescimento da desigualdade social, mercadoria e propaganda anestesiam as sociedades integradas e a poesia cada vez mais acossada nesse mundo. Inventividade formal e com a questão “Qual o lugar da poesia na contemporaneidade?” na cabeça, Guto Leite, … Continuar lendo “talvez um instrumento o que se houve ao fundo”: poesia e mercadoria