OBRAS INQUIETAS 59. “Esperança e Desesperança de Ángel Ganivet” (1977), Eduardo Arroyo

Estar vivo sentindo-se morto é o pior tipo de morte que existe: estamos no mundo, mas, ao mesmo tempo, não fazemos mais parte dele. A morte executou a sua sentença, mas esqueceu de nos buscar e, assim, os dias passam, … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 59. “Esperança e Desesperança de Ángel Ganivet” (1977), Eduardo Arroyo

OBRAS INQUIETAS 58. “Autorretrato com Morte Tocando Violino” (1872), Arnold Böcklin

Preso no quadro, o pincel a meio caminho do destino de conspurcar a tela, o artista encara sem medo a própria morte, sabendo que irá prendê-la nesse pentagrama de tintas e esguichos, pois esse é o destino da verdadeira arte: … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 58. “Autorretrato com Morte Tocando Violino” (1872), Arnold Böcklin

OBRAS INQUIETAS – 55. “Subúrbios de uma Cidade Paranoica Crítica” (1936), Salvador Dalí

As esquinas se sucedem, sempre diferentes, sempre a mesma. Você anda com a sensação de não sair do lugar; o ar saturado de poluição envenena o seu corpo aos poucos. Todas as pessoas lançam olhares estranhos, e você consegue ver … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS – 55. “Subúrbios de uma Cidade Paranoica Crítica” (1936), Salvador Dalí

OBRAS INQUIETAS – 54. “A paraguaia – Imagem de seu país desolado” (1880), Juan Manuel Blanes

O campo de batalha fede a carne queimada pelos balaços que atravessaram corpos até pouco tempo atrás repletos de vida, agora esquecidos no chão à espera do festim das moscas e do silêncio. A mulher caminha com hesitação, temendo pisar … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS – 54. “A paraguaia – Imagem de seu país desolado” (1880), Juan Manuel Blanes