OBRAS INQUIETAS 38: “Finis – O Fim de todas as coisas” (1887), Maximilian Pirner

Existem mistérios que não conseguimos responder, e a nossa cegueira seletiva sempre impressiona: vemos aquilo que está diante dos olhos, mas somos incapazes de perceber os infernos que nos espreitam se dermos um passo para o lado errado, se virarmos … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 38: “Finis – O Fim de todas as coisas” (1887), Maximilian Pirner

OBRAS INQUIETAS 36. “As tentações de Santo Antônio” (1646), de Salvator Rosa

Toda vez que você repousa a cabeça em um travesseiro, eles se alvoroçam na escuridão. Estão sempre lá, à espreita, vigiando o seu sono e a sua sanidade, ansiosos para cravar os dentes na paz de espírito. Ninguém sabe os … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 36. “As tentações de Santo Antônio” (1646), de Salvator Rosa

OBRAS INQUIETAS 35. “Uma família de san-culottes descansa depois das fadigas do dia” (1792), James Gillray

É muito sutil a linha que separa o ser humano do animal, a civilização da bestialidade, a ordem do caos. Todos possuem um ser primitivo à espreita no seu interior, alguém que já existia antes mesmo que caminhássemos eretos, criatura … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 35. “Uma família de san-culottes descansa depois das fadigas do dia” (1792), James Gillray

OBRAS INQUIETAS 34. “Ivan o Terrível e seu filho Ivan no dia 16 de novembro de 1581” (1885), Ilya Repin

O que foi que eu fiz? Deus, o que foi que eu fiz? Onde estava com a cabeça quando ergui o cetro contra meu próprio filho e desci certeiro na sua têmpora? Nos meus braços, o calor se despede do … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 34. “Ivan o Terrível e seu filho Ivan no dia 16 de novembro de 1581” (1885), Ilya Repin