OBRA DE ARTE DA SEMANA: A diversidade na série ‘Dulceria’ de Crystal Galindo

Conheci o trabalho da artista mexicana Crystal Galindo enquanto navegava pelo Instagram e me apaixonei instantaneamente pelas pinturas da série Dulceria. Seu trabalho da artista já era bastante focado na diversidade, tanto de corpos, quanto da representação das ditas xicanas … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: A diversidade na série ‘Dulceria’ de Crystal Galindo

OBRA DE ARTE DA SEMANA: ‘Pietà’, de Michelangelo

Michelangelo Buonarroti, Pietà, mármore, 174 x 195 cm, 1498-1499. Conservada na Basílica de São Pedro, Vaticano. Os visitantes da Basílica de São Pedro frequentemente se impressionam com a energia da Pietà, de Michelangelo, encomendada pelo cardeal francês Jean Bilhères de … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: ‘Pietà’, de Michelangelo

OBRA DE ARTE DA SEMANA: Vitral da ‘Árvore de Jessé’ da Catedral de Chartres

A árvore de Jessé, vitral (vidro, óxidos metálicos e chumbo), 1150. Conservado na Catedral Notre-Dame, Chartres, França. O tema da árvore de Jessé é bastante comum em diversos tipos de representações na Idade Média e mostra a ascendência do Cristo … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: Vitral da ‘Árvore de Jessé’ da Catedral de Chartres

Desejo e religião no filme ‘Chocolate’ de Lasse Hallström

“Come chocolates, pequena; Come chocolates! Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates. Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria. Come, pequena suja, come! Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que … Continuar lendo Desejo e religião no filme ‘Chocolate’ de Lasse Hallström

OBRA DE ARTE DA SEMANA: ‘A Impossibilidade Física da Morte na Mente de Alguém Vivo’, de Damien Hirst

Damien Hirst, The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living (A Impossibilidade Física da Morte na Mente de Alguém Vivo), vidro, aço pintado, silicone, monofilamento, tubarão e solução de formaldeído, 217 x 542 x 180 cm, 1991. … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: ‘A Impossibilidade Física da Morte na Mente de Alguém Vivo’, de Damien Hirst