OBRA DE ARTE DA SEMANA: ‘Autorretrato com colar de espinhos e beija-flor’, de Frida Kahlo

Frida Kahlo, Autorretrato com colar de espinhos e beija-flor, óleo sobre tela, 61,2 x 47 cm, 1940. Conservado no Harry Ramson Center, Universidade do Texas, Austin, EUA. Frida Kahlo é conhecida por seus autorretratos, inconfundíveis pelas sobrancelhas unidas e seus … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: ‘Autorretrato com colar de espinhos e beija-flor’, de Frida Kahlo

Meu ‘Projeto Quotidiano’ em exposição em Piracicaba!

O Projeto Quotidiano surgiu timidamente, durante a época que vivia em Paris, e, devido ao caos da metrópole, acabava por refletir sobre temas tais como repetição do dia-a-dia, a diversidade de quotidianos, o compartilhamento do espaço coletivo urbano, o anonimato das … Continuar lendo Meu ‘Projeto Quotidiano’ em exposição em Piracicaba!

OBRA DE ARTE DA SEMANA: Ciclo de Maria de Médici – O desembarque da rainha em Marselha, de Rubens

Peter Paul Rubens, Ciclo de Maria de Médici: O desembarque da rainha em Marselha, em 3 de novembro de 1600, óleo sobre tela, 394 X 295 cm, 1625. Conservada no Museu do Louvre, Paris, França. A obra de hoje mostra … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: Ciclo de Maria de Médici – O desembarque da rainha em Marselha, de Rubens

OBRA DE ARTE DA SEMANA: Número 1 (Névoa Lavanda) de Jackson Pollock

Jackson Pollock, Número 1 (Névoa Lavanda), óleo, resina sintética e alumínio sobre tela, 221 x 299,7 cm, 1950. Conservada na National Gallery of Art, Washington, EUA. A grande dimensão das telas abstratas de Pollock, na pintura em questão correspondendo a … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: Número 1 (Névoa Lavanda) de Jackson Pollock

OBRAS INQUIETAS 38: “Finis – O Fim de todas as coisas” (1887), Maximilian Pirner

Existem mistérios que não conseguimos responder, e a nossa cegueira seletiva sempre impressiona: vemos aquilo que está diante dos olhos, mas somos incapazes de perceber os infernos que nos espreitam se dermos um passo para o lado errado, se virarmos … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 38: “Finis – O Fim de todas as coisas” (1887), Maximilian Pirner