OBRAS INQUIETAS 05. “O questionador da esfinge” (1863), de Elihu Vedder

“O questionador da esfinge” (1863) – Elihu Vedder A caminhada se estende por muitos anos. Os pés do viajante ressentem-se de feridas mal saradas, de pedras sorrateiras, das terras quentes de muitos países. Ele andou por tanto tempo que esqueceu … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 05. “O questionador da esfinge” (1863), de Elihu Vedder

OBRAS INQUIETAS 03. “Final de tarde de verão na praia Skagen ou O Artista e sua Mulher” (1899), de Peder Severin Kroyer

“Final de tarde de verão na praia Skagen ou O Artista e sua Mulher” (1899), de Peder Severin Kroyer. Existem verdades que só vivem dentro da obra, situações que somente o olho do artista consegue revelar. Quando ela esteve diante … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 03. “Final de tarde de verão na praia Skagen ou O Artista e sua Mulher” (1899), de Peder Severin Kroyer

OBRAS INQUIETAS 02. “Hércules e Licas” (1815), Antonio Canova

“Hércules e Licas” (1815), de Antonio Canova Viver nunca é justo. Eu, Licas, nasci de mãe desconhecida, filho provável de um cidadão ou de um escravo. Não conheci meus pais. Fui alimentado pela caridade alheia; comi com cães, com ratos, … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 02. “Hércules e Licas” (1815), Antonio Canova

OBRA DE ARTE DA SEMANA: O mistério da “Mulher no Espelho” de Pablo Picasso

A obra de Pablo Picasso “A Mulher no Espelho”, é representada geometricamente, no estilo cubista. Percebe-se a bipolaridade da personagem, pois a imagem refletida no espelho é antagônica à sua imagem real. Fora do espelho a personagem tem sua face … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: O mistério da “Mulher no Espelho” de Pablo Picasso

OBRA DE ARTE DA SEMANA: A igreja de Auvers de Van Gogh ou a expressão tempestuosa de uma morte iminente

« […] a construção parece violácea contra um céu de um azul profundo e simples de cobalto puro, as janelas de vitral parecendo como manchas azuis ultramar, o todo é violeta e em parte alaranjado. No primeiro plano, um pouco de … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: A igreja de Auvers de Van Gogh ou a expressão tempestuosa de uma morte iminente