Relações sobre loucura e crime e as sementes da antropologia criminal no século XIX

Em meados do século XIX, Bénedict Morel, um psiquiatra francês, sugeriu que algumas pessoas poderiam ter algumas falhas biológicas em relação ao ser humano considerado normal. De acordo com a “teoria da degenerescência”, essas falhas seriam visíveis em estigmas físicos e … Continuar lendo Relações sobre loucura e crime e as sementes da antropologia criminal no século XIX

O LSD e seu impacto nas ciências, nas artes, na política e na cultura

O LSD surgiu em meados do século XX como uma grande promessa da psiquiatria, até ser criminalizado nos anos 60. Mas até que isso ocorresse, o uso da droga não ficou restrito à ciência e figurou, com diferentes propósitos, na … Continuar lendo O LSD e seu impacto nas ciências, nas artes, na política e na cultura

Amor, loucura e ciência em ‘A pele que habito’ de Almodóvar

O enredo da película “A pele que habito”, de Almodóvar, nos envia a reflexões acerca do modus como nos relacionamos com o outro na contemporaneidade. O diretor, pelas ações de um médico pesquisador, faz jorrar a sanha científica que impera … Continuar lendo Amor, loucura e ciência em ‘A pele que habito’ de Almodóvar

Conheça o livro ‘Cães da Província’: Entre lucidez amalucada e contradições sociais

Das figuras mais controversas, criativas e singulares da literatura sul-riograndense está certamente José Joaquim de Campos Leão, Qorpo-Santo. Professor, viveu no século 19 em Porto Alegre e, durante os meses em que enlouqueceu, escreveu peças de teatro incrivelmente malucas, interessantíssimas. … Continuar lendo Conheça o livro ‘Cães da Província’: Entre lucidez amalucada e contradições sociais

OBRA DE ARTE DA SEMANA: Saturno devorando um filho, de Goya

GOYA, Francisco de. Saturno devorando um filho, 1819-1823, 1,43 m x 81 cm Olhar para essa pintura de Goya, chamada Saturno devorando um filho (1819-1823), já provoca choque e asco, o que normalmente afasta o espectador. Contudo, ela tem uma história curiosa e … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: Saturno devorando um filho, de Goya

OBRAS INQUIETAS 34. “Ivan o Terrível e seu filho Ivan no dia 16 de novembro de 1581” (1885), Ilya Repin

O que foi que eu fiz? Deus, o que foi que eu fiz? Onde estava com a cabeça quando ergui o cetro contra meu próprio filho e desci certeiro na sua têmpora? Nos meus braços, o calor se despede do … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 34. “Ivan o Terrível e seu filho Ivan no dia 16 de novembro de 1581” (1885), Ilya Repin

OBRA DE ARTE DA SEMANA: A igreja de Auvers de Van Gogh ou a expressão tempestuosa de uma morte iminente

« […] a construção parece violácea contra um céu de um azul profundo e simples de cobalto puro, as janelas de vitral parecendo como manchas azuis ultramar, o todo é violeta e em parte alaranjado. No primeiro plano, um pouco de … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: A igreja de Auvers de Van Gogh ou a expressão tempestuosa de uma morte iminente