Amor, loucura e ciência em ‘A pele que habito’ de Almodóvar

O enredo da película “A pele que habito”, de Almodóvar, nos envia a reflexões acerca do modus como nos relacionamos com o outro na contemporaneidade. O diretor, pelas ações de um médico pesquisador, faz jorrar a sanha científica que impera … Continuar lendo Amor, loucura e ciência em ‘A pele que habito’ de Almodóvar

Conheça o livro ‘Cães da Província’: Entre lucidez amalucada e contradições sociais

Das figuras mais controversas, criativas e singulares da literatura sul-riograndense está certamente José Joaquim de Campos Leão, Qorpo-Santo. Professor, viveu no século 19 em Porto Alegre e, durante os meses em que enlouqueceu, escreveu peças de teatro incrivelmente malucas, interessantíssimas. … Continuar lendo Conheça o livro ‘Cães da Província’: Entre lucidez amalucada e contradições sociais

OBRA DE ARTE DA SEMANA: Saturno devorando um filho, de Goya

GOYA, Francisco de. Saturno devorando um filho, 1819-1823, 1,43 m x 81 cm Olhar para essa pintura de Goya, chamada Saturno devorando um filho (1819-1823), já provoca choque e asco, o que normalmente afasta o espectador. Contudo, ela tem uma história curiosa e … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: Saturno devorando um filho, de Goya

OBRAS INQUIETAS 34. “Ivan o Terrível e seu filho Ivan no dia 16 de novembro de 1581” (1885), Ilya Repin

O que foi que eu fiz? Deus, o que foi que eu fiz? Onde estava com a cabeça quando ergui o cetro contra meu próprio filho e desci certeiro na sua têmpora? Nos meus braços, o calor se despede do … Continuar lendo OBRAS INQUIETAS 34. “Ivan o Terrível e seu filho Ivan no dia 16 de novembro de 1581” (1885), Ilya Repin

OBRA DE ARTE DA SEMANA: A igreja de Auvers de Van Gogh ou a expressão tempestuosa de uma morte iminente

« […] a construção parece violácea contra um céu de um azul profundo e simples de cobalto puro, as janelas de vitral parecendo como manchas azuis ultramar, o todo é violeta e em parte alaranjado. No primeiro plano, um pouco de … Continuar lendo OBRA DE ARTE DA SEMANA: A igreja de Auvers de Van Gogh ou a expressão tempestuosa de uma morte iminente